Em alguma apresentação no Conservatório de Música em 2009

Em alguma apresentação no Conservatório de Música em 2009
Tocando BACH no Conservatório de Pelotas...

terça-feira, 29 de março de 2011

O que a vida nos traz!

O QUE A VIDA TRAZ
Por Martha Medeiros
Você gostaria de ter um amor que fosse estável, divertido e fácil.
O objeto desse amor nem precisaria ser muito bonito, nem rico.
Uma pessoa bacana, que te adorasse e fosse uma parceira bacana estaria mais do que bom.
Você quer um amor assim.
É pedir muito? Ora, você está sendo modesto.
O problema é que todos imagina um amor a seu modo, um amor cheio de pré-requisitos.
Ao analisar o currículo do candidato, alguns ítens de fábrica não podem faltar.
O amor tem que gostar um pouco de cinema, nem que seja pra assistir em casa, no DVD.
E seria bom se gostassa dos seus amigos. E precisa ter um objetivo na vida.
Bom humor, sim, bom humor não pode faltar. Não é querer demais, é?
Ninguém esta pedindo um piloto de Fórmula 1 ou uma capa da Playboy.
Basta um amor desses fabricados em série, não pode ser tão impossível.
Aí a vida bate à sua porta e lhe entrega um amor que não tem nada a ver com o que você queria.
Será que se enganou de endereço?
Não. Está tudo certinho, confira o protocolo. Esse é o amor que lhe cabe.
É seu. Se não gostar, pode colocar no lixo, passar adiante, faça o que quizer.
A entrega está feita, assine aqui, adeus.
E agora você está aí, com esse amor que não estava nos planos.
Um amor que não é a sua cara, que não lembra em nada um amor idealizado.
E, por isso mesmo, um amor que deixa você em pânico e em êxtase.
Tudo diferente de que você um dia supôs,
um amor que te perturba e te exige,
que não aceita regras que você estipulou.
Um amor que a cada manhã faz você pensar que de hoje não passa,
mas a noite chega e essa amor perdura,
um amor movido por discussões que você não esperava enfrentar e por beijos os quais nem imaginava ter tanto fôlego.
Um amor errado como aqueles que dizem que devemos aproveitar enquanto não encontramos o certo, e o certo era aquele outro que você havia solicitado,
mas a vida que é péssima em atender pedidos,
lhe trouxe-se esse e conforme-se,
saboreie esse presente, esse suspense, esse nonsense,
esse amor que você desconfia que não lhe pertence.
Aquele amor em formato de coração, amor com licor, amor de caixinha, não apareceu.
Olhe pra você vivendo esse amor a granel, esse amor escarcéu,
não era bem isso que você desejava, mas é o amor que lhe foi destinado,
amor que começou pelo telefone,
o amor que começou pela internet, que esbarrou em você no elevador,
o amor que era pra não vingar e virou compromisso,
olha você tendo que explicar o que não se explica,
você nunca se deu conta de que amor não se pede,
não se especifica, não se experimenta em loja - ah, este me serviu direitinho!
Aquele amor corretinho por você tão sonhado vai parar na porta de alguém que despreza amores corretos, repare em como a vida é astuciosa.
Assim são as entregas de amor, todas como se viessem num caminhão da sorte,
uma promocão de domingo, um prêmio buzinando lá fora, mesmo você nunca tendo apostado.
Aquele amor que você encomendou não veio, parabéns!
Agradeça e aproveite o que lhe foi entregue por sorteio.

segunda-feira, 28 de março de 2011

E que recomecem as aulas...

E que recomecem os jogos...
assim diz o presidente de um país sede dos jogos olímpicos, de uma copa do mundo...
que recomecem as obras... diz um mestre de obrass...
eu só peço então que recomecem as aulas... de forma organizada...
O problema é que novamente a UFPEL tem problemas de matrícula....
Até quando isso acontecerá...?
espero que até a minha formatura isto esteja resolvido...
Mas é bem provável que esta questão ira afetar ainda novas gerações nos próximos quatro ou cinco anos...
Espero que então já que não se resolve isto agora... que seja resolvido um dia afim de melhorar o ensino nesta cidade além disso...
Também desejo que as pessoas nesta cidade gostem e recebam com cordialidade de uma família os novos estudantes e não como meras pessoas que vem roubar o lugar de algum parente no mercado de trabalho,..
Só peço que um dia eu venha pra esta cidade e perceba que ela melhorou e assim eu possa dizer com orgulho que estudei por aqui... mas enfim...
era isso... entendam como quizer.
Abraços pra quem lê.

sábado, 26 de março de 2011

Endereço temporário....

Indo para um novo local de residencia...
um tanto quanto temporária....
O ape do Renan e do João Pedro.
e depois de pouco tempo do Renato também....
Sei lá se já posso dizer algo do tipo...
estou morando aqui.
Mas enquanto não estou exatamente regularizado com um lugar específicamente meu então vou continuar nos próximos minutos, horas, dias e talvez semanas este ape de meu novo endereço...
Enfim, aos poucos vamos nos conformando com uma situação de favor...
Era isso, abraços pra quem lê.

domingo, 20 de março de 2011

Um texto que li um dia desses...

Termos da nova dramática (Parem de falar mal da rotina)
De Elisa Lucinda
Parem de falar mal da rotina
parem com essa sina anunciadade
que tudo vai mal porque se repete.
Mentira.
Bi-mentira:
não vai mal porque repete.
Parece, mas não repete
não pode repetir
É impossível!
O ser é outro
o dia é outroa hora é outra
e ninguém é tão exato.
Nem filme.
Pensando firme
nunca ouvi ninguém
falar mal de determinadas
rotinas:chuva dia azul
crepúsculo primavera
lua cheia céu estrelado
barulho do mar
O que que há?
Parem de falar mal da rotina
beijo na bocamão nos peitinhos
água na sedeflor no jardim
colo de mãe
namoro
vaidades de banho e batom
vaidades de terno e gravata
vaidades de jeans e camiseta
pecados paixões punhetas
livros cinemas gavetas
são nossos óbvios de estimação
e ninguém pra eles fala
não abraço pau
buceta
inverno
carinho
sal caneta e quero
são nossas repetições sublime
se não oprime o que é belo
e não oprime o que aquela hora chama de bom
na nossa peçana trama
na nossa ordem dramática
nosso tempo então é quando
nossa circunstância é nossa conjugação
Então vamos à lição:
gente-sujeito
vida-predicado
eis a minha oração.
Subordinadas aditivas ou adversativas
aproximem-se!
é verão
é tesão!
O enredoa gente sempre todo dia teceo destino aí acontece:o bem e o maltudo depende de mimsujeito determinado da oração principal.