Acordes, notas, escalas, sequências, fugas, repetições...
baixo ostinato, baixo cifrado... cadências, fraseados, dinâmicas...
Harmonia, contraponto, psicologia....
Recital, alunos, amigos, colegas, professores....
Funcionários, dias, noites, pessoas, músicas, letras....
Enfim, é mais ou menos por aí que começa a evolução bagunçada do estudo da música para quem não conhece...
O início é meio estranho, mas depois que se começa a entender o monte de notas escritas na partitura... as melodias entrelaçadas, as pausas incomençuráveis....
As repetições, inversões, retrogradações, modulações e tantos outros "ões"...
Por aí, que se diz que estudar música é simplesmente ficar numa sala ouvindo música para poder tirar ela até o final da aula e se não conseguir não adianta nem voltar pra aula... está muito enganado que diz isso, por que num curso de música isso é o que menos se faz, não se pode no entanto dizer que não se faça....
Mas é bem o contrário disso quando se está estudando essa área... é mais comum até, vermos alunos de curso de música falarem em harmonias, contrapontos, digitação de mão esquerda, leveza de mão direita.... do que dizendo assim: bah cara ontem naquela aula, a música que o professor deu, tava tri difícil, acho que não vou conseguir tocá-la...
triste ilusão a de quem vai pra ter aulas de música e pensa que já no primeiro dia vai sair tocando um prelúdio de BACH, ou uma sonata de Beethoven, um estudo de Sor.... vai sair sim, com a cabeça inxada de tanto ouvir falar em notas, acordes, solfejos, ritmos... que muitos que começam acabam por desistir já no primeiro semestre de um curso, isso quando chegam até o fim do mesmo.... quando não desistem antes mesmo de começar, por pensarem que música deve ser tocada e não compreendida.
Acho que também deve ser tocada, mas para isso deve se entendê-la...
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